SBGames 2018 Trará Para São Paulo Conversas Acadêmicas

20 Mar 2019 22:44
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<h1>Institui&ccedil;&atilde;o Polit&eacute;cnica Da Catalunha</h1>

<p>Um planeta habitado somente por seres de pele negra, iluminado por seis s&oacute;is batizados com nomes de orix&aacute;s, cuja hist&oacute;ria &eacute; narrada por uma mulher l&eacute;sbica. Estes s&atilde;o alguns dos elementos que o escritor e fil&oacute;sofo baiano Alexey Dodsworth re&uacute;ne no seu segundo livro de fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, O Esplendor, publicado pela editora Draco. A segunda obra do autor nesse g&ecirc;nero vem ap&oacute;s o sucesso de Dezoito de Escorpi&atilde;o, tua estreia pela fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, que lhe rendeu o pr&ecirc;mio Argos 2015 e teve a primeira edi&ccedil;&atilde;o esgotada.</p>

<p>Na atualidade morando em S&atilde;o Paulo, onde estuda Astronomia e cursa doutorado em Filosofia, Dodsworth se prepara pra o lan&ccedil;amento oficial do livro em eventos no dia 27 de agosto, no Rio de Janeiro, e 2 de setembro, em S&atilde;o Paulo. Antes disso, o escritor bateu um papo com A TARDE e dialogou a respeito da mistura inusitada de fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica e mitologia iorub&aacute;, e tamb&eacute;m encostar outros estilos do g&ecirc;nero. O Esplendor &eacute; o teu segundo livro de fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica.</p>

Refer&ecirc;ncia pesquisada: http://www.google.de/search?q=negocios

<ul>

<li>4&ordm;) Mestrado de Ci&ecirc;ncia em Observa&ccedil;&atilde;o de Neg&oacute;cios - Institui&ccedil;&atilde;o de http://www.google.de/search?q=negocios </li>

<li>Faculdade de Economia de Londres - Inglaterra</li>

<li>tr&ecirc;s Possibilidades de campanha</li>

<li>2&ordm; ano: forma&ccedil;&atilde;o generalista pr&aacute;tica, com est&aacute;gio de 4 meses ao fim do ano</li>

<li>Institui&ccedil;&atilde;o Federal do Rio Vasto do Sul (UFRGS)</li>

<li>O in&iacute;cio de tudo</li>

<li>2 N&uacute;cleos de Busca e Extens&atilde;o 2.Um NURC - Projeto Norma Urbana Culta</li>

</ul>

<p>Responda sobre a tua conex&atilde;o com esse g&ecirc;nero. Eu a todo o momento li muito, desde que era jovem, em Salvador. Nos anos oitenta eu garimpava livros de fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica. Eu neste momento gostava do t&oacute;pico. Em tal grau que em 2009 eu entrei no curso de Astronomia da USP. E foi a partir deste estudo que disparou em mim a desejo de digitar fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica.</p>

<p>J&aacute; que eu comecei a me deparar com coisas que eu dizia: 'nossa, isso existe? E eram coisas t&atilde;o bizarras e desconhecidas, no entanto que s&atilde;o realidades cient&iacute;ficas, e eu comecei a us&aacute;-las Ler Mais deste artigo . Como, tendo como exemplo, quase ningu&eacute;m sabe que quem descobriu uma g&ecirc;mea perfeita do nosso sol foi um astr&ocirc;nomo carioca. E eu trato disso em Dezoito de Escorpi&atilde;o, que &eacute; exatamente o nome desta estrela descoberta.</p>

<p>E o recomendado que voc&ecirc; leia levou a escolher elementos do candombl&eacute; e da cultura afro pra compor essa nova hist&oacute;ria? Uma coisa que sempre me incomodou no momento em que eu lia fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica ou literatura fant&aacute;stica brasileira, em geral, &eacute; que a maioria usa elementos da cultura greco-romana e ambienta seus livros nos Estados unidos e pela Inglaterra. E eu penso: 'todavia por que algu&eacute;m escreve a respeito de uma realidade onde, muitas vezes, ela nem ao menos pisou os p&eacute;s? Eu sei que preciso publicar a come&ccedil;ar por uma realidade que eu conhe&ccedil;a, aproveitando elementos de nossa cultura. Eu nasci em Salvador e convivi com essa cultura durante 30 anos da minha exist&ecirc;ncia.</p>

<p>Pois n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida que estava pela hora de fazer uma homenagem &agrave; cultura afro, que &eacute; t&atilde;o presente pela cidade. https://www.b2bnegocios.net/search/gss/negocios acaba sendo uma homenagem &agrave; Bahia tamb&eacute;m? Sim, &eacute; uma homenagem &agrave; Bahia. Sou de Salvador, apesar de meu nome ser definitivamente esquisito. ]. Vivi a minha exist&ecirc;ncia quase toda a&iacute;. A minha fam&iacute;lia &eacute; estrangeira. Eu descendo de italianos e escoceses.</p>

<p>Entretanto ela imigrou pra Bahia no come&ccedil;o do s&eacute;culo http://sitealimentosaudavel39.diowebhost.com/14714319/fuvest-divisor-de-gua-para-os-alunos-bem-preparados-diz-educadora . Eu s&oacute; vim para S&atilde;o Paulo com 32 anos. Assim sendo de imediato eu encontrei que deveria descrever uma hist&oacute;ria com elementos que executam fra&ccedil;&atilde;o desta cultura, n&atilde;o por um dever ou obriga&ccedil;&atilde;o, todavia por serem coisas que eu conhe&ccedil;o e que s&atilde;o minhas refer&ecirc;ncias. A hist&oacute;ria se passa no planeta Aphrik&eacute;, onde todos s&atilde;o negros.</p>

<p>Foi uma maneira de preencher a car&ecirc;ncia de protagonistas de etnia negra nas obras de fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica? No come&ccedil;o, eu j&aacute; sabia que todos os protagonistas seriam negros, mas, enquanto eu fazia o livro, n&atilde;o era nem sequer pelo motivo de eu achava que precisava ter representatividade negra. Era mais pelo motivo de o universo tinha seis s&oacute;is e eu achava cientificamente incorreto um lugar em vista disso com pessoas de pele branca. http://laurinhasilva0.soup.io/post/665739364/Macetes-Para-Concursos-E-Provas /p&gt;
</p>
<p>No entanto depois eu me toquei que era o meu inconsciente trabalhando. Eu queria que o mundo tivesse 6 s&oacute;is pra que as pessoas fossem negras. ]. Foi da&iacute; que veio todo o desejo de escrever um livro com essa tem&aacute;tica e caracter&iacute;sticas. Isto foge do padr&atilde;o usual de forma&ccedil;&atilde;o de personagens nas fic&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas, correto? Foi bem como o que me levou a fazer isso.</p>

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